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domingo, 1 de dezembro de 2013

Natal Premiado entre Blogs


Olá leitores!
Natal chegando, época de festa e muita alegria. Pensando nisso dez blogs se uniram para fazer um Natal premiado para vocês!
Serão 10 livros, divididos em dois kits, para dois vencedores. Gostaram? 
Para concorrer é simples, como não há opções obrigatórias, basta preencher a primeira entrada e você já está participando. Contudo, caso queira mais chances de ganhar, assim que a referida entrada for preenchida, as EXTRAS serão liberadas e algumas delas podem ser usadas todo dia, ou seja, muito mais chances para você.
A opção "tweet about the giveawey" é renovada a cada 24 horas, ou seja, todo dia que você tweetar a frase e preencher essa entrada, seu nome será adicionado mais vezes.


Participem! 


segunda-feira, 25 de novembro de 2013

Resenha: Harry Potter e a Pedra Filosofal - J.K. Rowling




Título: Harry Potter e a Pedra Filosofal

Autora: J. K. Rowling

Editora: Rocco

Páginas: 263

Nota da Camila: 

Sinopse: “Harry Potter é um garoto comum que vive num armário debaixo da escada da casa de seus tios. Sua vida muda quando ele é resgatado por uma coruja e levado para a Escola de Magia e Bruxaria de Hogwarts. Lá ele descobre tudo sobre a misteriosa morte de seus pais, aprende a jogar quadribol e enfrenta, num duelo, o cruel Voldemort.
Com inteligência e criatividade, J. K. Rowling criou um clássico de nossos tempos. Uma obra que reúne fantasia e suspense num universo original atraente para crianças, adolescentes e adultos.” 


Comentário: Criativo, bem escrito e envolvente. Essas são três das muitas palavras que eu poderia usar para descrever o primeiro livro da saga Harry Potter, que nos apresenta a um mundo mágico escondido dos trouxas – os pobres humanos desprovidos de poderes mágicos. 

Apesar de contado em terceira pessoa, o livro segue o ponto de vista de Harry, um menino órfão que vive com seus tios e primo que o tratam com frieza. Ele vive uma vida humilde e pouco interessante até que cartas endereçadas a ele começam a chegar. Seu tio Válter chega às vias da loucura para impedir que nosso protagonista receba a carta – que continuam insistentemente sendo entregues às pencas -, mas seus esforços não são recompensados. Em seu 11º aniversário, o meio-gigante Hagrid os encontra e diz a Harry tudo que as cartas haviam tentado contar: ele era um bruxo e tinha uma vaga garantida na Escola de Magia e Bruxaria de Hogwarts. Ah, sim, e ele era muito, muito rico. E não, seus pais não morreram num acidente de carro! Que absurdo! Seus pais foram assassinados pelo bruxo mais maligno que já vivera: Lord Voldemort, que fora destruido... Sim, por Harry, que era apenas um bebê. Por tal motivo, Harry Potter era famoso no mundo bruxo; ele era “O Menino Que Sobreviveu”, quem, de alguma forma, fez com que “Você-Sabe-Quem” sumisse. 

É a partir daí que Harry começa a viver suas aventuras no mundo bruxo, principalmente em Hogwarts. Logo ele conhece seus dois melhores amigos, Rony Weasley e Hermione Granger, que o acompanham em todos os tipos de encrencas que vêm ao encontro de Harry. De trasgos gigantes à assustadora Floresta Proibida, há mais perigos nesse mundo que ele imaginava...

Sim, “Harry Potter” é um título dos mais famosos e populares hoje em dia, mas ainda há muitas pessoas que não leram os livros. Espero que minha resenha sirva como incentivo àqueles que ainda tem um pé atrás, seja pelo motivo que for. 

Eu, particularmente, sou apaixonada pelos livros, e não só pela história principal. J. K. Rowling conseguiu criar um mundo fantástico incrivelmente coerente, com seres mágicos dos mais diversos tipos e origens. Além disso, há temas importantes intermeados  à história: amizade, lealdade, bondade, preconceito, justiça e amor – mas amor de todos os tipos. Há amor romântico, sim, mas principalmente há o amor de uma mãe por seu filho, entre amigos, entre irmãos, entre um guardião e seu protegido, de um menino pelo mundo à qual pertence. Óbvio que há elementos mais “infantis” - é um livro infanto-juvenil, afinal de contas -, mas acredito que “Harry Potter” pode ser uma leitura agradável para qualquer idade, especialmente “Harry Potter e a Pedra Filosofal”, onde a magia (literalmente) começa. 

Sei que, como Potterhead assumida, sou meio suspeita para falar sobre a obra, mas tentei escrever o texto da maneira mais imparcial possível. Como diria o Gaguinho: “That's all, folks!”. Espero que gostem da resenha!


Joanne Kathleen Rowling nasceu nos arredores de Bristol, na região de Gloucestershire, Inglaterra, em 31 de julho de 1965. Estudou Francês e Letras Clássicas na Universidade de Exeter. Em 1990, Rowling teve a idéia para a trama de Harry Potter, numa viagem de trem de Manchester para Londres. Sete anos depois, a primeira edição de Harry Potter e a Pedra Filosofal foi publicada na Inglaterra pela editora Bloomsbury, dando início ao maior fenômeno editorial de todos os tempos. J. K. Rowling ganhou, entre outros prêmios, o Nestlé Smarties Book Prize Gold Medal, o FCBC Children’s Book Prize, o Birmingham Cable Children’s Book Award e o cobiçado British Book Awards Children’s Book of the Year. Em 2003, a autora foi agraciada com o Prêmio Príncipe de Astúrias da Concórdia, um dos mais importantes do mundo, concedido pela Fundação Príncipe de Astúrias a pessoas, instituições ou grupos cujo trabalho tenha contribuído de forma exemplar e relevante para a fraternidade entre os homens e a luta contra a injustiça, a pobreza, a enfermidade e a ignorância.


Escrito por Camila Villalba

sábado, 23 de novembro de 2013

Resenha: Se Arrependimento Matasse - Alma Cervantes




Título: Se Arrependimento Matasse

Autor: Alma Cervantes

Editora: Novo Século

Páginas: 240

Nota da Anna:

Sinopse: Alex, Alice e Rebeca são grandes amigos e decidem se reencontrar depois de alguns anos sem se verem. O lugar escolhido é o hotel dos pais de Alex, mas o que parecia uma viagem especial, repleta de conversas agradáveis e descontraídas com os outros hóspedes durante o jantar se transforma, em seguida, num pesadelo. Quando os três se preparam para dormir, ouvem batidas desesperadas à porta e seguem ao salão, onde logo descobrem que o cozinheiro fora assassinado. Com a comoção, somada à dificuldade de fuga devido à tempestade e névoa lá fora, a confusão logo se instala no hotel, além de um desagradável clima de suspeita entre os hóspedes. Tensão. A revelação de um detetive. E um desfecho surpreendente.


Comentários: Se arrependimento matasse foi escrito por um de nossos autores parceiros, Alma Cervantes. Com um nome super-sugestivo o livro conta a história de três amigos, Alex, Alice e Rebeca que após anos sem se verem resolvem passar um tempo juntos, e o lugar escolhido foi o hotel dos pais de Alex. 

O que deveria ser um encontro maravilhoso se torna um pesadelo após todos que estavam hospedados no hotel se depararam com o corpo ensanguentado do cozinheiro na cozinha do hotel. A partir deste momento todos os presentes se tornam suspeitos e uma das hóspedes, Frederica, resolve tomar depoimento de todos na tentativa de descobrir quem é o (a) verdadeiro (a) culpado (a), entretanto ninguém sabe se o (a) assassino (a) é um deles ou alguém de fora do hotel.

O caos esta formado, presos no hotel (não citarei os motivos para não cometer spoiler), com o medo dominando a todos e o pior sem poder confiar em ninguém, terão que se unir na medida do possível para descobrir o culpado, tentando preservar suas vidas.

No começo do livro achei que tinha poucas cenas de ação, mas a curiosidade em tentar descobrir o culpado não me deixou largar o livro, porém no decorrer do livro mais coisas começaram a acontecer, me deixando apreensiva e cada vez mais curiosa. Fiquei muito surpresa com desfecho do livro em momento alguma imaginei que o(a) culpado(a) seria quem foi, adorei a forma como o autor juntou as peças do quebra cabeça para explicar quem era o(a) assassino(a). 

Um livro bem escrito, com começo, meio e fim. Quem gosta de um bom suspense não pode deixar de ler. Parabéns, Alma Cervantes pelo ótimo livro. 







Alma Cervantes é admirador da Língua Portuguesa desde a infância e grande fã dos romances policiais de Agatha Christie. Faz sua estreia na literatura com o romance policial "Se Arrependimento Matasse".

quinta-feira, 21 de novembro de 2013

Meus Devaneios #04


Acreditar na magia das coisas torna a vida mais fascinante

Ame de verdade, sem medos e amarras. AMOR PRÓPRIO em primeiro lugar. Ame sua família, seus amigos, seu companheiro, ame a vida que você tem. Não há nada mais bonito que um amor sem rótulos e estatísticas.

Amam-se as pessoas pelo bem ou pelo tormento que causam em nós – é o que dizem. Não importa os seus motivos, mas se for amar, use toda propriedade dessa palavra – que é mais que palavra: é ESSÊNCIA. Não faça uma lista com requisitos impossíveis de serem preenchidos por pessoas normais. Ninguém é perfeito, incluindo VOCÊ. Essa vida é uma escola diária, e estamos em constante mutação.

SE você cometeu um erro, e tem consciência disso, trate de se redimir, peça desculpas. Aprenda desculpar quem te ofendeu. Mais que isso, desculpe a você mesmo. Não fique se martirizando com erros do passado, faça disso uma lição. Se há algo que não te agrada, trabalhe pra mudar isso, mas lembre-se: as mudanças devem começar dentro de NÓS.

Hoje existe uma teoria para tudo. Estatísticas falando como devemos agir, vestir, do que a mulheres mais gostam, o que os homens desejam. PARE de seguir e confiar cegamente nisso. Confie um pouco mais no SEU potencial. Mantenha sua originalidade, conserve seus princípios. Não existe teoria que desbanque uma pessoa com autenticidade. Muito menos compre a ideia de individualismo, no que tange o assunto de relacionamentos. Em todo canto tem alguém gritando, falando em CAPS LOOK: não se envolva por inteiro; não demostre tanto interesse e BLÁ BLÁ BLÁ. Deixe de ser tão " da ciência", e seja menos cruel com você. Acredite nos mistérios do coração – ele não é só um órgão involuntário que bombeia nosso sangue. Não existe meio amigo, meio irmão, meio isso ou aquilo. Existe gente por inteiro, se é pra ser, vamos ser de verdade. Acreditar na magia das coisas torna a vida mais fascinante.



Juliana Rodrigues - Aspirante a advogada, aprendiz de mim mesma. Apaixonada e apaixonante. Cafecólatra assumida, ciumenta por natureza. Filha, irmã, madrinha, amiga, amada e odiada. Metida a escritora nas madrugadas de sábado, entre muitas reticências...


segunda-feira, 18 de novembro de 2013

Resenha: A Maldição do Tigre - A Saga do Tigre Livro 1 - Colleen Houck


Olá amigos leitores !

Hoje venho apresentar para vocês mais uma colaboradora do blog, que irá nos ajudar com a realização de resenhas. Estamos muito felizes com a presença dela na equipe e esperamos que vocês curtam.

Conheçam agora nossa nova colaboradora e sua primeira resenha:


Camila Villalba - gaúcha, professora e nerd. Apaixonada por livros, seriados, filmes, desenhos animados e histórias em quadrinhos. Gêneros preferidos: fantasia, romance histórico e sobrenatural, inclusive os proibidos para menores.


 Título: A Maldição do Tigre

Autora: Colleen Houck

Editora: Arqueiro

Páginas: 344

Nota da Camila: 

Sinopse: Kelsey Hayes perdeu os pais recentemente e precisa arranjar um emprego para custear a faculdade. Contratada por um circo, ela é arrebatada pela principal atração: um lindo tigre branco. Kelsey sente uma forte conexão com o misterioso animal de olhos azuis e, tocada por sua solidão, passa a maior parte do seu tempo livre ao lado dele. O que a jovem órfã ainda não sabe é que seu tigre Ren é na verdade Alagan Dhiren Rajaram, um príncipe indiano que foi amaldiçoado por um mago há mais de 300 anos, e que ela pode ser a única pessoa capaz de ajudá-lo a quebrar esse feitiço. Determinada a devolver a Ren sua humanidade, Kelsey embarca em uma perigosa jornada pela Índia, onde enfrenta forças sombrias, criaturas imortais e mundos místicos, tentando decifrar uma antiga profecia. Ao mesmo tempo, se apaixona perdidamente tanto pelo tigre quanto pelo homem.


Comentários: Kelsey Hayes é uma jovem de 18 anos vivendo uma vida normal. Órfã, ela mora com a família de Sarah e Michael Neilson - tutores de Kells - e, agora que terminou o ensino médio, nossa protagonista está procurando um emprego temporário. Sua primeira oportunidade é uma vaga no Circo Maurizio, onde precisam de alguém para lidar com os animais fazer outros trabalhos menores. Ela prontamente aceita, já que não tem muita opção mesmo. Além disso, o circo tem um tigre! O que poderia ser mais legal que isso?

No instante que ela é apresentada ao tigre branco Dhiren, uma inexplicável e indiscutível conexão se forma entre os dois. Ela passa cada momento livre ao lado da jaula do tigre, lendo seus livros para ele e até mesmo dormindo sobre o feno apenas com a colcha de retalhos que sua avó lhe fizera ao invés de ficar no alojamento. 

Ao final das duas semanas de seu trabalho temporário, Kelsey já é capaz de tocar em Dhiren e ele parece entender tudo que ela diz. No último dia de apresentações (e aniversário de Kelsey), o dono do circo anuncia que o tigre será vendido para um rico indiano, que o levará para uma reserva no seu país de origem. O mais inesperado: Anik Kadam - o representante do comprador de Dhiren - pede a Kelsey que acompanhe o tigre até seu novo lar, já que ela parece tão confortável e preocupada com ele. Ele, é claro, lhe pagará as despesas e um excelente salário.

Pensando no bem do seu tigre, a jovem aceita a proposta e, o que era pra ser uma viagem calma para levar Dhiren à reserva de animais, se trasforma numa aventura. Sim, pois nada sai exatamente como planejado e logo Kelsey e Dhiren estão perdidos nas florestas indianas. Bem, Kelsey está perdida, pois o tigre parece saber muito bem onde está indo... 

É no meio da floresta de um país estrangeiro que ela descobre a verdade: seu amado tigre branco é, na verdade, um antigo príncipe indiano amaldiçoado por um feiticeiro maligno por causa de uma relíquia poderosa. Na verdade, ele e seu irmão - com quem tem uma rixa seríssima - foram ambos amaldiçoados. E, mais importante e chocante que isso: embora eles possam assumir a forma humana por alguns minutos por dia, Ren precisa da ajuda da jovem americana para poder quebrar a maldição e voltar a ser humano de vez. Para que isso seja possível, eles precisarão enfrentar forças mitológicas e desafios assustadores. 

Ainda que eles contem com a proteção de Ren e a ajuda da deusa Durga, Kelsey precisa enfrentar o maior dos perigos sozinha: o charme do lindo e encantador príncipe indiano, que parece totalmente apaixonado por ela.

O livro, além de ter uma história de amor adorável, conta um pouco sobre a mitologia hindu, o que é um diferencial. A capa é outro ponto alto: eu comprei o livro principalmente por causa dela, admito. Os personagens são carismáticos e é impossível não se apaixonar por eles, especialmente pelo sofrido Ren - honestamente, eu quero casar com ele, mesmo se a maldição não puder ser quebrada. 

Apesar de ser uma aventura empolgante, o ritmo da história não é muito acelerado - o que não é ruim, pois temos tempo pra acompanhar a relação de Kelsey, Ren e Sr. Kadam, o que também é interessante. Mesmo que não apresente um ritmo frenético, as cenas de ação são emocionantes e, por vezes, até assustadoras. 

Minha nota só não é 5 porque acho que podia ter um pouco mais de ação, além de achar Kelsey um pouquinho irritante de vez em quanto. Mas juro que a história vale a pena ser lida!

Enfim, "A Maldição do Tigre" é apenas o primeiro livro de uma quadrilogia que promete mais ação e mais drama para os nossos protagonistas. Mal posso esperar para descobrir como a saga dos irmãos amaldiçoados termina... Super recomendo!!



Colleen Houck é uma leitora ávida que adora livros de ação, aventura, ficção científica e romance. Estudou na Universidade do Arizona e trabalhou como intérprete de língua de sinais durante 17 anos. Ela mora em Salem, no Oregon, com o marido e um tigre branco de pelúcia. 

sexta-feira, 15 de novembro de 2013

Autor Parceiro - Leonardo Monte


Olá amigos leitores !

Mais uma vez o blog está em festa por anunciar mais uma excelente parceria com uma autora brasileira. Lembrando sempre que se um autor quiser iniciar uma parceria com este blog é só entrar em contato AQUI.

Vamos conhecer agora nosso novo parceiro:



Biografia: Nasceu em Dezembro de 85 no Rio, teve a infância em São Paulo, mas sua alma nasceu aos 12 anos no Estado do Ceará, em Fortaleza. Com 20 anos se mudou sozinho para Santa Maria, no interior do Rio Grande do Sul afim de cursar zootecnia, se graduou em 2010 e resolveu ir para Lavras, Minas Gerais estudar nutrição de cães e gatos. Durante esse período de 1 ano e meio, foi barman e segurança de boate para sobreviver, em 3 meses escreveu o Cerberus para passar suas noites de insônia até que recebeu uma proposta para trabalhar na Dinamarca com abate de suínos... o frio, o trabalho mal remunerado e os maus tratos por parte dos chefes lhe expulsaram de lá e retornou para Fortaleza, onde escreve o segundo volume de Cerberus e representa uma ração francesa. Suas paixões: Esposa, cães e o Sertões Rugby Clube, time do Ceará de rugby onde joga na posição de 1º centro.



Conheça agora a sua obra:


Cerberus
Entre Cobras e Ursos
Livro 1





Sinopse: O terror está instituído pela fome, pela doença e pela miséria humana… A esperança como uma vela de pavio curto… morrendo… aos poucos. Canibais, Calabans, Mordecais, Pashits, Ankh-o-rus, Beliahs, Banshees, licantropos e toda sorte de criaturas que antes só existiam em nossos mais terríveis pesadelos vagam pela Terra indiscriminadamente… destruindo, aterrorizando… e, às vezes, até convivendo conosco em uma relação de total dominância… Cidades viraram ruínas… As pessoas voltaram a viver em vilarejos e feudos, sem um poder central, servindo a governantes tiranos e sanguinários que as exploram cada vez mais e mais… O medievo voltou… A era das trevas flagela novamente a Terra… A humanidade está a ponto da extinção… Em um ato de desespero, o Vaticano decidiu criar em diversos lugares do mundo as Academias de Caçadores… No Brasil criou-se a Cerberus… Nesse sombrio lugar, dominado pela fé cega e padres ortodoxos, corredores escuros e úmidos, luz de velas e treinos sangrentos, calabouços e forcas, encontraremos alguns de nossos personagens: crianças doadas em suas primeiras semanas de vida para transformarem-se em caçadores de extraplanares… Passarão oito anos de duras provações até sagrarem-se dignos… ou perecerão no caminho? Os fracos não servem a Cerberus… Você está preparado?


Muito em breve teremos uma resenha do livro aqui no blog. Aguardem.

Para quem quiser saber mais sobre a obra e o autor, conheça suas redes sociais:





Queríamos agradecer muito ao nosso parceiro Leonardo Monte pela confiança que depositou em nosso blog.


quarta-feira, 13 de novembro de 2013

Meus Devaneios #03



Carta pra você que disse adeus 

Quero escrever uma carta a você, porém não sei se falo o sobre o amor que ainda está aqui, e tudo que ele ainda representa e de como está impresso nas paredes desse lugar. Ou conto como meu coração ficou quando você disse adeus. Desse sentimento – que prefiro chamar de amor – ficaram muitas coisas boas, mas meu coração ainda está ferido para admitir. Sim, ferido, em processo de cura. Magoado não porque você foi algum tipo de carrasco, mas porque ainda é difícil acordar e não ter nenhuma mensagem de bom dia lembrando de que já está na hora de ir para o trabalho. 

Quando penso em tudo que o amor pode ser, penso em você – em tudo o que fomos juntos- que ser namorado é ser parceiro, e fomos por muito tempo. Não farei desta uma carta pra te pedir desculpas por algo, ou pra me justificar por tudo que aconteceu. Fomos e fizemos o que sabíamos. Talvez tenhamos vivido tudo que tínhamos para viver juntos – mas peço baixinho no meu coração para que Afrodite olhe por este amor – porque amor que é amor não morre... Permanece intacto no tempo.

Sobre o que você sente não questionarei, nem ficarei ansiosa esperando por uma resposta. Esta é uma carta para dizer o que não caberia num telefonema, o que andei pensando e sentindo. Então não se sinta pressionado a dizer algo, ou ser gentil. Você rompeu comigo, e não te culpo por isso, você tomou  coragem e fez algo que eu não saberia fazer. O que eu realmente sinto e por ter sido  da maneira que foi, um telefonema – como se as coisas entre nós fossem tão frias. Mas cada um age da maneira que sabe e em algum momento não me lembrarei da maneira que foi - minto, lembrarei. Mas já vou ter esquecido como dói ouvir não. Melhor que tenha sido assim, pelo menos ainda temos o respeito um do outro.

Tenho sentido saudades, mas não é de um status de facebook. A falta que sinto é de ouvir você chamar a Clarice Falcão de cara de passarinho, dos telefonemas intermináveis, das vídeos chamadas no skype para matar a saudade quando ela estava tão grande que ocupava todos os espaços. Saudade de dividir um canto no sofá com você e do carinho na costela, de todos os tapas e mordidas de carinho, e depois rolar de rir no tapete com você.  E foi por essas saudades todas – e muitas outras – que tentei de maneira atropelada recuperar os laços como você, deixando de lado meu respeito próprio. Eu precisava transferir a alguém, no caso você, o vazio que eu estava sentindo, desejei que doesse em você como estava doendo em mim- torci pra você bater o dedinho do pé numa quina e sentir um pouco do que eu senti. E por esse desespero peço desculpas. 

Independente de qualquer coisa, hoje eu sei que temos um lugar especial na vida um do outro, e ninguém tira ou ocupa o que representamos. Quando se  passa um certo tempo com alguém, a outra pessoa também conta parte do que somos. Sinto um carinho imenso por você, e não tem motivo que explique isso – poderia dizer que é o teu sorriso, ou o teu jeito de homem concentrado quando esta cozinhando ou pela emoção que via em teus olhos quando falava de algum livro. Pode ser que seja a soma disso tudo e um pouco mais, ou sei lá, seja apenas sentimento sem explicação. Mas enfim, não é uma carta para explicar a razão dos sentimentos. 

Não vou espalhar aos quatro ventos alguma história que me torne vitima e tiranize você. Nossa história não é assim. Antes que você se pergunte por que diabos estou te escrevendo,  já me antecipo e digo que nem eu sei.  Jurei não me importar tanto com as pessoas e que é bom deixá-las de lado ás vezes. Mas essa não seria eu. Fomos mais sorrisos e alegrias do que qualquer outra coisa. E isso é motivo suficiente pra eu te escrever. Ser tua amiga é uma tarefa muito difícil, ainda. Mas tu foste uma das melhores coisas que me aconteceram e não quero levar nenhum tipo de rancor dessa relação que deu certo por tanto tempo, e nem deixar qualquer tipo de mágoa em você. Não importa o que digam você foi meu melhor companheiro.
As coisas tem dado certo por aqui ultimamente, olha que bacana. Obrigada por ter me empurrado de volta pra faculdade. Desejo com toda sinceridade que as coisas deem certo a você também. Sei do seu esforço, e ainda oro para que você seja recompensado por isso. Conheço esse seu coração – que é puro sentimento, que se emociona com o final de um livro- e por isso desejo que você seja muito feliz.



Escrito por Juliana Rodrigues



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